
Começou o programa o Aprendiz 5. Conforme prometido irei postar aqui o meu parecer. Mas como foi? O que achamos? E a edição? Abertura? Candidatos? Expectativas, ainda há? Vamos lá.
O formato do programa mudou, e este para melhor. Mais dinâmico, edição exata, excelentes imagens, cenários, realmente de parabéns toda a produção do programa neste sentido.
A abertura, sem comentários, foi sensacional a escolha da Grécia e o texto inserido pelo Roberto.
A Escolha da prova “Corrida dE Patos” foi de uma sensibilidade única, no qual o brasileiro precisaria e deveria seguir mais esse exemplo de fora, da solidariedade, do voluntarismo e da preocupação com o país, pois só pensando no coletivo que faremos daqui um lugar melhor em todos os quesitos. Tarefa simples e adequada ao que o mundo está precisando hoje.
Mas e os candidatos??
A equipe Máster, formado pelo seu voluntarioso e desastroso líder Ricardo, seguido da marrenta Fernanda, os sem comprometer nem agregar Hugo, Andréia, Rodrigo, a perdida Patrícia e a demitida e observadora Leny venderam aproximadamente 690 patos, nem 7% do que era a meta de arrecadação. O líder cometeu erros primários, que nós aprendemos desde crianças, quando jogamos futebol, por exemplo. Quando montamos um time, logo um fala quem é o que? Um é zagueiro, o outro meio campo o outro atacante, às vezes ocorre de ter mais atacantes do que zagueiros, ai é feita a pergunta: quem pode jogar na zaga? Fiz essa simbologia para entendermos o quanto foi ridículo o líder não começar desta forma a tarefa. E como tudo na vida que começa mal.....pois é. Mas meu destaque positivo é a Fernanda. Confesso que ela “desagrada” visualmente, passa uma imagem de pura antipatia, mas se destacou entre os demais.
Já a equipe Focco, formada pelo também voluntarioso e não menos desastroso e “sortudo” líder Daniel Nicolini, os também sem comprometer e nem agregar Daniel Stephen, a Maura, Andréia e Adriana, o sarcástico Clodoaldo e os marrentos e boicotadores Henrique e Danilo Bonfim venderam mais patos, arrecadaram mais, o triplo, mas só venceram por que o outro grupo conseguiu ser pior. Como disse o Roberto, “vou escolher o menos pior”. Meu destaque positivo fica para o Henrique. Parece ser o mais centrado e preparado de todos.
E qual a sensação que ficou? Inicialmente de frustração. Como diz nossa queridíssima Vivianne em seu blog (acessem é imperdível), o nervosismo da primeira prova, a falta de costume com as câmeras e a falta de conhecimento dos demais integrantes do grupo compromete, mas como disse o Big Boss Roberto: “Essa foi a pior execução de tarefa de todos os Aprendizes”. Faltou criatividade, raciocínio, o real objetivo do evento, que não era a venda e sim a caridade, enfim uma lástima.
Nós que ficamos de fora por um triz do programa, estamos com esse sentimento de angústia, de frustração, não por achar fácil estar lá nem por se sentir mais preparado, mas sim por que o mínimo que esperávamos dos 16, eram pessoas que demonstrassem algo especial, algo a mais, a ponto de pensarmos, fiquei de fora por que eles realmente, hoje, têm algo a mais do que eu, os talentosíssimos André Agra, Fernanda, Ligia, Celma, Marcelo, Alexandre, Karol e todos aqueles que chegaram à final da seleção.
O texto foi um pouco mais longo do que gosto, mas foi preciso aqui, o desabafo daquele que não gostou do que viu, daquele que se sentiu anos luz mais preparado do que aqueles que lá estão, e não por simples detalhes como nos disse o Roberto no dia da coletiva. Fica aqui, como admirador, não só do Programa, mas do Roberto, do Walter e da Iluminada Vivianne, a expectativa de que tudo não passou do nervosismo, da falta de costume e entrosamento. Vamos aguardar a quinta feira, com esperanças renovadas, mas com olhares muito desconfiados.

